Show simple item record

dc.contributor.authorPalhares, Dario
dc.contributor.authorSantos, Íris Almeida dos
dc.contributor.authorCunha, Antônio Carlos Rodrigues da
dc.date.accessioned2020-01-08T19:33:46Z
dc.date.available2020-01-08T19:33:46Z
dc.date.issued2016-11-16
dc.identifierhttp://revistas.unimilitar.edu.co/index.php/rlbi/article/view/1897
dc.identifier10.18359/rlbi.1897
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10654/34270
dc.descriptionThere is a close interconnection between Education and Bioethics, as explicitly stated by the Universal Declaration of Bioethics and Human Rights and by the Universal Declaration of Human Rights. The University of Brasilia has started a program of affirmative action by reserving seats in undergraduate programs for black people. First, an investigative research was carried out to analyze data and contradictions in these quotas. After, the reflection addresses this issue from the perspective of the State of Exception. It may be mentioned that Brazilians are a highly blended population. The admission scores of shareholders and non-shareholders or the racial quotas tend to overlap. Reservation on the basis of race is a reflection of heredity of advantages and privileges over generations, which is against the Democratic State. The implementation of quotas in the vestibular required the creation of racial banking, which presents typical structures of a court of exception. The experience at the university is the basis for the proposal of other laws with racial bias.  eng
dc.descriptionExiste una interrelación entre Bioética y Educación, como se indica en la Declaración Universal sobre Bioética y Derechos Humanos y en la Declaración Universal de Derechos Humanos. La Universidad de Brasilia comenzó un programa de acción afirmativa mediante la reserva de cupos para negros en los programas de pregrado. En primer lugar, se realizó un análisis investigativo de los datos resul- tantes y contradicciones de estos cupos. A continuación, la reflexión aborda esta cuestión desde la perspectiva del Estado de Excepción. La población brasileña es altamente mestiza. Las puntuaciones de los potenciales beneficiarios de los cupos y de los demás candidatos se sobreponen. La cuestión racial involucra una herencia biológica, que se transpone como una herencia de ventajas y privilegios a través de generaciones, lo cual está en contra del Estado Democrático de Derecho. La implantación de los cupos por raza en la prueba de admisión a la universidad requirió la creación de un jurado racial, que presenta estructuras típicas de un tribunal de excepción. La experiencia en la universidad sirvió como base para la propuesta de otras leyes con sesgo racial.spa
dc.descriptionExiste uma inter-relação entre Bioética e Educação, conforme explicitado na Declaração Universal de Bioética e Direitos Humanos e na Declaração Universal dos Direitos Humanos. A Universidade de Brasília iniciou um programa de ação afirmativa pela reserva de vagas nos cursos de graduação para pessoas negras. Em primeiro lugar, foi feita uma análise investigativa dos dados e contradições resultantes dessas quotas. Em seguida, a re- flexão aborda essa questão sob a ótica do Estado de Exceção. A população brasileira é altamente miscigenada. As pontuações dos potenciais beneficiários das cotas e os outros candidatos se sobrepõem. A questão racial envolve uma herança biológica, a qual se transpõe como uma herança de vantagens e privilégios ao longo de gerações, o que é contra o Estado Democrático de Direito. A implantação das quotas por raça no vestibular à universidade exigiu a criação de um júri racial, o qual apresenta estruturas típicas de um tribunal de exceção. A experiência na universidade serviu como base para a proposta de outras leis com viés racial.por
dc.formatapplication/pdf
dc.formattext/html
dc.language.isoeng
dc.publisherUniversidad Militar Nueva Granadaspa
dc.rightsDerechos de autor 2016 Revista Latinoamericana de Bioéticaspa
dc.rightshttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0spa
dc.sourceRevista Latinoamericana de Bioética; Vol. 17 Núm. 32-1 (2017): COMUNICACIÓN CIENTÍFICA Y REALIDAD SOCIAL; 150-167spa
dc.source2462-859X
dc.source1657-4702
dc.titleRacial quotas in university vis-à-vis the state of exceptioneng
dc.titleCuotas raciales en la universidad frente al estado de excepciónspa
dc.titleAs cotas raciais do vestibular como manifestação do Estado de Exceçãopor
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.relation.referenceshttp://revistas.unimilitar.edu.co/index.php/rlbi/article/view/1897/2157
dc.relation.referenceshttp://revistas.unimilitar.edu.co/index.php/rlbi/article/view/1897/2571
dc.relation.references/*ref*/Agamben, G. (2004). Estado de Exceção. Belo Horizonte: Boitempo.
dc.relation.references/*ref*/Agamben, G. (2007). Homo sacer: o poder soberano e a vida nua. Belo Horizonte: Editora Universidade Fedaral de Minas Gerais [UFMG].
dc.relation.references/*ref*/Azevedo, C. (2004). Cota racial e Estado: abolição do racismo ou direitos de raça? Cadernos de Pesquisa, 34(121), 213-239. https://doi.org/10.1590/S0100-15742004000100010
dc.relation.references/*ref*/Bletz, M. (2002). Brazil through elimination or ethnicity? The New Centennial Review, 2(2), 299-308. https://doi.org/10.1353/ncr.2002.0016
dc.relation.references/*ref*/Boas, F. (1911). The mind of primitive man. New York: MacMillan Company.
dc.relation.references/*ref*/Brasil, Supremo Tribunal Federal (2012). Notas taquigráficas da audiência pública. Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, (186). Access in March 2015, from http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/processoaudienciapublicaacaoafirmativa/anexo/notas_taquigraficas_audiencia_publica.pdf
dc.relation.references/*ref*/Carvalho, J. (2005). Usos e abusos da Antropologia em um contexto de tensão racial: o caso das cotas para negros na UnB. Horizontes Antropológicos, 11(23), 237-246. https://doi.org/10.1590/S0104-71832005000100018
dc.relation.references/*ref*/Carvalho-Silva, D., Santos, F., Rocha, J. and Pena, S. (2001). The phylogeography of Brazilian Y-chromosome lineages. American Journal of Human Genetics, 68, 281-286. https://doi.org/10.1086/316931
dc.relation.references/*ref*/Darwin, C. (19872). The origin of the species (6a Ed.). London: John Murray.
dc.relation.references/*ref*/Foucault, M. (1975). Os anormais. São Paulo: WMF Martins Fontes.
dc.relation.references/*ref*/Franca, L.(1955). A crise do mundo moderno. Rio de Janeiro: Agir.
dc.relation.references/*ref*/Freyre, G. (1933). Casa grande e senzala. Rio de Janeiro: Global.
dc.relation.references/*ref*/Fry, P., Maggie, Y. (2004). Cotas raciais – construindo um país dividido. Econômica, 6(1), 153-161.
dc.relation.references/*ref*/Garrafa, V., Kottow, M. and Saada, A. (2006). Bases conceituais da Bioética: enfoque latinoamericano. São Paulo: Gaia.
dc.relation.references/*ref*/Guerreiro-Júnior, V., Bisso-Machado, R., Marrero, A., Hunemeier, T. et al. (2009). Genetics signature of parental contribution in black and white populations in Brazil. Genetics and Molecular Biology, 32(1), 1-11. https://doi.org/10.1590/S1415-47572009005000001
dc.relation.references/*ref*/Hunemeier, T., Carvalho, C., Marrero, A., Salzano, F. et al. (2007). Níger-Congo speaking populations and the formation of the Brazilian gene pool: mtDNA and Y-chromosome data. American Journal of Physical Antrhopology, 133, 854-867. https://doi.org/10.1002/ajpa.20604
dc.relation.references/*ref*/Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [IBGE]. Brasil. Censo de 2010. Access in March 2015, from http://censo2010.ibge.gov.br/resultados
dc.relation.references/*ref*/Joly, A. (2002). Botânica: introdução à taxonomia vegetal (13ª Ed.). São Paulo: Companhia Editora Nacional.
dc.relation.references/*ref*/Kaufmann, R. (2011). A desconstrução do mito da raça e a inconstitucionalidade de cotas raciais no Brasil. Direito Público, 36, 18-54. https://doi.org/10.11117/22361766.36.01.03
dc.relation.references/*ref*/Kroth, V. and Neto, D. (2006). Políticas de cotas para afrodescendentes no Brasil: considerações sobre a constitucionalidade e a finalidade de sua adoção. Em Tese, 3(1), 18-43.
dc.relation.references/*ref*/Llamas, J. (2013). Ética, equidad y meritocracia en la mercantilización de la educación superior colombiana. Revista Latinoamericana de Bioética, 13(1), 8-17. https://doi.org/10.18359/rlbi.566
dc.relation.references/*ref*/Maggie, Y. (2005). Políticas de cotas e o Vestibular da UnB ou a marca que cria sociedades divididas. Horizontes Antropológicos, 11(23), 286-291. https://doi.org/10.1590/S0104-71832005000100029
dc.relation.references/*ref*/Maggie, Y. and Fry, P. (2004). A reserva de vagas para negros nas universidades brasileiras. Estudos Avançados, 18(50), 67-80. https://doi.org/10.1590/S0103-40142004000100008
dc.relation.references/*ref*/Magnoli, D. (2009). Uma gota de sangue: história do pensamento racial. São Paulo: Editora Contexto.
dc.relation.references/*ref*/Maio, M. and Santos, R. (2005). Política de cotas raciais, os olhos da sociedade e os usos da Antropologia: o caso do Vestibular da Universidade de Brasília. Horizonte Antropológico, 11(23), 181-214. https://doi.org/10.1590/S0104-71832005000100011
dc.relation.references/*ref*/Moura, C. (1988). Sociologia do Negro Brasileiro. São Paulo: Ática.
dc.relation.references/*ref*/Munanga, K. (2001). Políticas de ação afirmativa em benefício da população negra no Brasil: um ponto de vista em defesa das cotas. Sociedade e Cultura, 4(2), 31-43.
dc.relation.references/*ref*/O Globo. CCJ aprova cota para deputado negro. O Globo, 31/10/2013. Access in November 2015, from http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/10/ccj-da-camara-aprova-cota-racial-para-deputados-federais-e-estaduais.html
dc.relation.references/*ref*/Papavero, N. (1994). Fundamentos práticos de taxonomia zoológica. São Paulo: Unesp.
dc.relation.references/*ref*/Pena, S. and Bortolini, M. (2004). Pode a genética definir quem deve se beneficiar das cotas universitárias e demais ações afirmativas? Estudos Avançados, 18(50), 31-50. https://doi.org/10.1590/S0103-40142004000100004
dc.relation.references/*ref*/Perias, M. (2004). Ação afirmativa: um estudo sobre a reserva de vagas para negros nas universidades públicas brasileiras. O caso do Estado do Rio de Janeiro (Dissertação de Mestrado). Rio de Janeiro, Universidade Federal do Rio de Janeiro.
dc.relation.references/*ref*/Sales, R. (2006). Democracia racial: o não-dito racista. Tempo Social, 18(2), 229-258. https://doi.org/10.1590/S0103-20702006000200012
dc.relation.references/*ref*/Sanches, M.A., Souza, W. (2008). Bioética e sua relevância para a Educação. Revista Diálogo Educacional, 8(23), 277-287.
dc.relation.references/*ref*/Santana, E. (2010). As políticas públicas de ação afirmativa na educação e sua compatibilidade com o princípio da isonomia: acesso à universidade por meio de cotas para afrodescendentes. Ensaio: Avaliação de Políticas Públicas em Educação, 18(69), 736-760. https://doi.org/10.1590/s0104-40362010000400005
dc.relation.references/*ref*/Santos, I.A. and Nascimento, W.F. (2014). As medidas de quarentena humana na saúde pública: aspectos bioéticos. Bioethikos, 8(2), 174-185. https://doi.org/10.15343/1981-8254.20140802174185
dc.relation.references/*ref*/Schmitt, C. (2007). Legalidade e legitimidade. Belo Horizonte: Del Rey.
dc.relation.references/*ref*/Schramm, F. (2010). A bioética como forma de resistência à biopolítica e ao biopoder. Revista Bioética, 18(3), 519-35.
dc.relation.references/*ref*/Schulz, R. and Wienke, F. (2012). O combate à injustiça racial à luz do princípio da igualdade: o caso do sistema de cotas no Brasil. Tomo, 20, 87-105.
dc.relation.references/*ref*/Segato, R. (2006). Cotas: por que reagimos? Revista USP, 68, 76-87. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.v0i68p76-87
dc.relation.references/*ref*/Silva, G. (2006). Ações afirmativas no Brasil e na África do Sul. Tempo Social, 18(2), 131-165. https://doi.org/10.1590/S0103-20702006000200007
dc.relation.references/*ref*/Tavolaro, L. (2010). Raça, classe e cultura no contexto das políticas de ação afirmativa: um esforço teórico-crítico a respeito da raça. Sociedade e Cultura, 13(2), 287-98.
dc.relation.references/*ref*/Universidade de Brasília.( ). Vestibulares antigos. Centro de Seleção e Promoção de Eventos. Access in May 2014, from http://www.cespe.unb.br/vestibular/antigos.asp
dc.relation.references/*ref*/Velloso, J. and Cardoso, C. (2011). Um quinquênio de cotas: as chances de ingresso de negros na Universidade de Brasília. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 92(231), 221-45.
dc.relation.references/*ref*/Žižek, S. (2003). Bem-vindo ao deserto do real. Belo Horizonte: Boitempo.
dc.subject.proposalEducationeng
dc.subject.proposalhuman rightseng
dc.subject.proposalequalityeng
dc.subject.proposaldiscriminationeng
dc.subject.proposalracismeng
dc.subject.proposalEducaciónspa
dc.subject.proposalderechos humanosspa
dc.subject.proposalla igualdad.spa
dc.subject.proposalla discriminaciónspa
dc.subject.proposalracismospa
dc.subject.proposalEducaçãopor
dc.subject.proposaldireitos humanospor
dc.subject.proposala igualdadepor
dc.subject.proposala discriminaçãopor
dc.subject.proposalracismopor


Files in this item

FilesSizeFormatView

There are no files associated with this item.

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record